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Nossa primeira menina!

Nina Scafutto

Nina Scafutto (24), jornalista, se define como uma verdadeira menina. Cursou a faculdade de Comunicação Social focada em cinema, mas foi na música que descobriu suas maiores oportunidades. Hoje, trabalha de perto com uma banda do cenário pop rock nacional que ela mesma já rotulou como “emo”. Quer saber como aconteceu essa reviravolta? Você não pode perder o byVistas de hoje!

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Hajimemashite*, Kiba-Kun!

Rafael "Kiba" Reihn

Kiba é o apelido de Rafael Reihn, 18, estudante juizforano que adora a Lady GaGa, gosta tanto de cultura japonesa que é sócio em uma loja de artigos do gênero prestes a ser aberta na cidade e começou a namorar com um garoto de Cuiabá que só conhecia pela internet. O byVistas de hoje apresenta a vocês a história dessa figura, que rendeu ao Café blasé boas risadas.

Ficou curioso? Saiba mais sobre o Kiba aqui.

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É tudo uma questão de planejamento

Andrewis Kirinus

A forma como ele reagiu ao convite para participar da entrevista foi mais ou menos assim. Aos 14 anos, o gaúcho de Agudo foi estudar em Santa Maria. Para recompensar o investimento dos pais, passou no vestibular e hoje, aos 20, é quase um administrador formado.  No intervalo entre a mudança e a vontade de trabalhar numa empresa do exterior, ele deixou 32kg para trás. Senhoras e senhores, hoje, o byVistas é de Andrewis Kirinus.

Leia a entrevista completa aqui.

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Do sonho de criança ao Oriente Médio

Mais uma novidade para vocês! Hoje é dia de entrevista no Café blasé. A seção, cujo nome oficial é byVistas, vai sempre trazer um bate papo meu com algum convidado. A intenção é, além de exercitar o querido jornalismo, mostrar que todos têm algo a dizer e são potencialmente interessantes.

Renan Caixeiro

O escolhido da semana foi Renan Caixeiro, jornalista, 21. Sonhava ser piloto de caça, entrou na Faculdade de Comunicação como grande admirador do jornalismo esportivo e hoje se dedica ao marketing e à comunicação empresarial. Há um mês no Egito, ele fala sobre carreira, sua experiência fora do Brasil e o que espera para o futuro.

O caminho até a faculdade

Álvaro DyogoQuando você era pequeno, o que queria ser quando crescesse?
Renan Caixeiro – Eu queria ser piloto de caça, mas não sei te dizer o porquê.
A Que legal! Sabe por que desistiu da ideia?
R – Sei sim. Durante o colégio descobri que para pilotar um caça o melhor seria prestar um exame para uma escola da aeronáutica. Apesar de eu não ter problemas com o estilo militar, pediam muito a parte de matemática – que eu sempre não gostei de estudar. De qualquer forma, nunca levei isso muito a sério também. Talvez devesse, mas nunca parei para pensar nesse sonho.
AEntão você estudou e acabou caindo na Faculdade de Comunicação. Por quê?
R – Boa pergunta! No colégio me perguntavam a mesma coisa. Eu era super tímido, “nerdão”. Não no sentindo de inteligente, mas de “socialmente isolado”, e não me comunicava muito bem. Ainda tenho que melhorar isso. Acontece que eu gostava muito do Jorge Kajuru, um repórter esportivo. Mais tarde descobri que ele não era formado em jornalismo, ironias. E também exclui todas carreiras de saúde – nada de anatomia e ver sangue – e que envolviam matemática, como sempre, né? (risos) Sobraram Direito, Jornalismo, Administração… Aí fui por exclusão mesmo. Não fiquei em grande indecisão, fui convicto. E até hoje não entendo o porquê.
AEntão você entrou na faculdade querendo ser repórter esportivo…
R – Sim. E ao longo da faculdade esse outro sonho foi sendo deixado de lado. Acho que por duas razões. Vi que o jornalismo esportivo era bem menos romântico do que eu imaginava. Meu modelo de profissional, o Kajuru, não durava em lugar nenhum por, dizem, ser muito sincero. Apurar, correr atrás de jogador de futebol para entrevistar, pensar em pautas sobre como abordar a lesão de fulano ou de ciclano… Foi perdendo a graça durante a faculdade. Sem contar que o salário inicial é pavoroso. Pelo menos para 95% dos mortais. Foi natural.
ACom relação ao salário baixo, você acha que é um problema da classe ou ele se agrava quando se trata dos jornalistas esportivos?
R – Acho que é da classe mesmo. Não almejo ganhar rios de dinheiro. Mas o salário é sempre algo que me “preocupa”. E para ser jornalista você tem que gostar muito, mas muito mesmo. Eu descobri que não gostava tanto assim. Então o salário passou a ser mais um obstáculo.
AMe corrija se eu estiver errado, mas você focou bastante sua faculdade na sua formação profissional, não é?
R – Sim, você tem razão. Primeiro eu fui descobrir o que gostava. Nos dois primeiros anos de faculdade atirei para todo lado, fiz estágio em alguns lugares, com focos diferentes. Aí descobri duas coisas que gostei muito: comunicação empresarial e marketing. Os dois últimos anos da faculdade foram direcionados para me aprofundar nisso, ver o que eu sabia, o que poderia aprender.
AE a tal “vida de universitário”, deu pra curtir também?
R – Sim, sim. No colégio eu quase não saía, por timidez, insegurança. Decidi mudar de postura na faculdade. Sempre que alguém chamava para sair, lá estava. E não tem coisa melhor! Acho que curti o máximo que poderia. Inclusive em eventos extra-acadêmicos como encontros de estudantes, em organizações da universidade. Acho que vida de universitário vai além de bar e sala de aula. Gostei muito de curtir os ambientes como empresa júnior, grupos de estudo e tudo que isso pode te proporcionar de aprendizado e diversão.
AVocê dedicou bastante tempo da sua formação a ambientes que estimulam o empreendedorismo, como a empresa júnior e a AIESEC. Como você se descobriu com esse perfil?
R – Eu gostei da proposta de entidades como essas. Você não precisa ter 20 anos de experiência para tomar decisões. Você constrói coisas importantes com gente da sua idade. Isso foi o que me atraiu e motivou. O maior aprendizado que tive foi o autoconhecimento.
AAntes de conhecer esses ambientes, você se imaginava no meio empresarial?
R – Não. A verdade é que não me imaginava em nenhum meio. Não conseguia projetar o que queria para os próximos anos. Hoje tenho menos dificuldade em visualizar, uma vez que conheço melhor meus pontos fortes e fraquezas.

Leia sobre o intercâmbio de Renan e seus planos futuros.

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