Arquivo do mês: agosto 2010

Parabéns pro papai!

Eu e meu pai

Enquanto alguns (leia o autor deste blog) dividem o aniversário com Frank Aguiar, Luciana (Ex-Rouge) e Eloísa Mafalda, outros, como meu pai, compartilham a data com alguns dos meus maiores ídolos. Hoje é aniversário de William Friedkin, David Desrosiers e seria também o de Michael Jackson se estivesse vivo. Ah, e do meu pai também, claro! Continue lendo.

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Teatrando!

A vocação tatuada nas pernas

Assumir-se artista não é uma missão fácil. Principalmente se você é de uma família sem artistas. Contudo, trata-se de uma condição, não de uma escolha. E, como tal, não há como fugir. Desde que consegui vencer essa barreira, apesar dos muitos “isso não dá dinheiro”, “teatro é hobby, não profissão” etc., que não creio serem novidade para ninguém que divida a vocação comigo, tudo ficou mais fácil. Concluí após refletir um pouco sobre como tem sido meu ano de 2010. Quer saber como? Clique aqui!

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Casa, trabalho, futebol

Acordou preguiçoso e sem vontade de começar o dia. O celular ainda permitiria uma soneca de mais dez minutos antes de sair de debaixo das cobertas e abrir as cortinas para espiar o céu azulzinho que o esperava dali a pouco. Escovou os dentes, pegou seu jornal e folheou enquanto tomava um gole de café e comia suas torradas com geleia. Continue lendo.

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Essa tal “Geração Y”

Estão testando a paciência da juventude que não se rebela. Como se já não bastassem todas as certezas incertas que sobraram da adolescência, os jovens agora, além de lidarem com o futuro que chega enforcando o tempo e atropelando as vontades, precisam conviver com o saudosismo que os coloca arbitrariamente no mesmo saco de farinha que os outros tantos que passam por problemas semelhantes. Continue lendo.

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Aquela senhora extraordinariamente gorda

Aquela senhora extraordinariamente gorda continuava sentada à varanda de sua casa na cidadezinha. Vez ou outra bocejava entre uma e outra maledicências que lhe passavam pela cabeça. Os sapatos pareciam gatinhos de estimação, que de tão apertados pela dona adorariam se ver livres para respirar um pouco. Continuar lendo.

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Estamos de volta!

Para quem sentiu falta, o Café Blasé voltou! Não vou prometer frequência assídua e nem que é para sempre. Depois de tanto blogar e desblogar, seria até cruel exigir que vocês acreditassem. Mas ando com sede de escrever de uma forma diferente, vomitar questionamentos sem me preocupar se se interessam pelo que falo, porque, honestamente, nem sei domino tão bem as palavras. Se quiser arriscar, é por aqui.

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