Arquivo do mês: fevereiro 2010

Sobre a popularidade(?) das redes sociais

Mais uma seção do blog, dessa vez, a última! A essa altura, já deve ter dado para perceber que eu gosto de desconstruir, não é mesmo? Usarei a seção Fora do gueto para me colocar “do lado de fora da minha caixa”, isto é, sair um pouco da realidade que eu vivo e tentar entender outros pontos de vista, formas de agir, ideologias etc.

Decidi começar contando um fato inusitado que ocorreu comigo há algumas semanas (e que já até mencionei aqui). Eu estava no aniversário de um amigo quando, brincando, disse que ia correr para postar alguma coisa no twitter. Para o meu espanto, todos me olharam com estranhamento e ainda fizeram algumas brincadeiras.

“Espera aí? Todo mundo tem twitter!” Eu disse. E foi quando descobri que ninguém dos meus amigos (que têm a mesma idade que eu) tinha um perfil no microblog. Pra gente, que lida com comunicação, o twitter parece óbvio, mas o que se seguiu foi uma chuva de dúvidas que eu nem imaginava que ainda eram tão comuns.

Avatar feito com as logomarcas das redes sociais para divulgação de um evento organizado pela Acesso Comunicação Jr.

Foi legal porque eu tive que fazer uma reflexão rápida sobre a ferramenta para explicar para eles. Lembram quando o orkut estava surgindo e perguntavam o que era? Pois é, senti o mesmo incômodo ao ter que explicar o twitter. Afinal de contas, o que ele é?

Na minha concepção, o twitter serve para tanta coisa que a primeira coisa a se dizer é que é um espaço para produção e recepção seletiva de conteúdo. Em síntese, é isso. Você pode acompanhar a rotina das celebridades, conseguir informações sobre vagas de empregos, saber que seu colega está escovando os dentes ou receber dicas sobre a cultura de sua cidade. Tudo a seu critério.

O interessante é que eu descobri que a ferramenta é um pouco menos popular do que eu imaginava. Então, me sinto no dever de indicar as redes sociais para os leitores do blog. Se aventurem, procurem o que mais agrada o perfil de vocês. Já existem muitas redes que tornam a navegação na internet muito mais interessante.

Só para citar algumas que acredito não serem muito conhecidas (como Orkut e Youtube, por exemplo): O Formspring.me está bem na moda, é uma espécie de “caderno de perguntas” virtual. Você cria um perfil, divulga, as pessoas fazem perguntas e você as responde, e pode acompanhar também as respostas dos seus amigos. O Ualah! já foi indicado até pelo Serginho do BBB (divirtam-se), e é uma rede social brasileira que se propõe a fazer os usuários socializarem com outros de interesse semelhante.

O Facebook é uma rede de relacionamentos parecida com o orkut. O Linked In, por sua vez, tem uma proposta mais voltada para o foco profissional, em que algumas empresas procuram perfis e você pode ser recomendado pelos seus amigos. Ele é todo em inglês! Tem também o MySpace, ideal para artistas e pessoas que querem divulgar seu trabalho, e também para quem curte bandas alternativas e novos talentos.

Tem uma infinidade outras redes sociais, foram apenas alguns exemplos. Sempre tem alguma que vai ter o seu perfil! E vale muito à pena fazer parte, sabendo usá-las sua internet fica realmente mais interessante. Para quem quiser me adicionar nas redes citadas, só clicar aqui.

Aproveito para apresentar o twitter do blog. Vou parar de usar o meu pessoal para divulgar os posts, então sigam o do blog para receberem informações sobre as atualizações.

Por ora fica assim!

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Do sonho de criança ao Oriente Médio

Mais uma novidade para vocês! Hoje é dia de entrevista no Café blasé. A seção, cujo nome oficial é byVistas, vai sempre trazer um bate papo meu com algum convidado. A intenção é, além de exercitar o querido jornalismo, mostrar que todos têm algo a dizer e são potencialmente interessantes.

Renan Caixeiro

O escolhido da semana foi Renan Caixeiro, jornalista, 21. Sonhava ser piloto de caça, entrou na Faculdade de Comunicação como grande admirador do jornalismo esportivo e hoje se dedica ao marketing e à comunicação empresarial. Há um mês no Egito, ele fala sobre carreira, sua experiência fora do Brasil e o que espera para o futuro.

O caminho até a faculdade

Álvaro DyogoQuando você era pequeno, o que queria ser quando crescesse?
Renan Caixeiro – Eu queria ser piloto de caça, mas não sei te dizer o porquê.
A Que legal! Sabe por que desistiu da ideia?
R – Sei sim. Durante o colégio descobri que para pilotar um caça o melhor seria prestar um exame para uma escola da aeronáutica. Apesar de eu não ter problemas com o estilo militar, pediam muito a parte de matemática – que eu sempre não gostei de estudar. De qualquer forma, nunca levei isso muito a sério também. Talvez devesse, mas nunca parei para pensar nesse sonho.
AEntão você estudou e acabou caindo na Faculdade de Comunicação. Por quê?
R – Boa pergunta! No colégio me perguntavam a mesma coisa. Eu era super tímido, “nerdão”. Não no sentindo de inteligente, mas de “socialmente isolado”, e não me comunicava muito bem. Ainda tenho que melhorar isso. Acontece que eu gostava muito do Jorge Kajuru, um repórter esportivo. Mais tarde descobri que ele não era formado em jornalismo, ironias. E também exclui todas carreiras de saúde – nada de anatomia e ver sangue – e que envolviam matemática, como sempre, né? (risos) Sobraram Direito, Jornalismo, Administração… Aí fui por exclusão mesmo. Não fiquei em grande indecisão, fui convicto. E até hoje não entendo o porquê.
AEntão você entrou na faculdade querendo ser repórter esportivo…
R – Sim. E ao longo da faculdade esse outro sonho foi sendo deixado de lado. Acho que por duas razões. Vi que o jornalismo esportivo era bem menos romântico do que eu imaginava. Meu modelo de profissional, o Kajuru, não durava em lugar nenhum por, dizem, ser muito sincero. Apurar, correr atrás de jogador de futebol para entrevistar, pensar em pautas sobre como abordar a lesão de fulano ou de ciclano… Foi perdendo a graça durante a faculdade. Sem contar que o salário inicial é pavoroso. Pelo menos para 95% dos mortais. Foi natural.
ACom relação ao salário baixo, você acha que é um problema da classe ou ele se agrava quando se trata dos jornalistas esportivos?
R – Acho que é da classe mesmo. Não almejo ganhar rios de dinheiro. Mas o salário é sempre algo que me “preocupa”. E para ser jornalista você tem que gostar muito, mas muito mesmo. Eu descobri que não gostava tanto assim. Então o salário passou a ser mais um obstáculo.
AMe corrija se eu estiver errado, mas você focou bastante sua faculdade na sua formação profissional, não é?
R – Sim, você tem razão. Primeiro eu fui descobrir o que gostava. Nos dois primeiros anos de faculdade atirei para todo lado, fiz estágio em alguns lugares, com focos diferentes. Aí descobri duas coisas que gostei muito: comunicação empresarial e marketing. Os dois últimos anos da faculdade foram direcionados para me aprofundar nisso, ver o que eu sabia, o que poderia aprender.
AE a tal “vida de universitário”, deu pra curtir também?
R – Sim, sim. No colégio eu quase não saía, por timidez, insegurança. Decidi mudar de postura na faculdade. Sempre que alguém chamava para sair, lá estava. E não tem coisa melhor! Acho que curti o máximo que poderia. Inclusive em eventos extra-acadêmicos como encontros de estudantes, em organizações da universidade. Acho que vida de universitário vai além de bar e sala de aula. Gostei muito de curtir os ambientes como empresa júnior, grupos de estudo e tudo que isso pode te proporcionar de aprendizado e diversão.
AVocê dedicou bastante tempo da sua formação a ambientes que estimulam o empreendedorismo, como a empresa júnior e a AIESEC. Como você se descobriu com esse perfil?
R – Eu gostei da proposta de entidades como essas. Você não precisa ter 20 anos de experiência para tomar decisões. Você constrói coisas importantes com gente da sua idade. Isso foi o que me atraiu e motivou. O maior aprendizado que tive foi o autoconhecimento.
AAntes de conhecer esses ambientes, você se imaginava no meio empresarial?
R – Não. A verdade é que não me imaginava em nenhum meio. Não conseguia projetar o que queria para os próximos anos. Hoje tenho menos dificuldade em visualizar, uma vez que conheço melhor meus pontos fortes e fraquezas.

Leia sobre o intercâmbio de Renan e seus planos futuros.

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BBB rende um livro!

Seção nova de novo! =D Bom, pra quem me conhece, sabe que eu tenho um gosto muito variado pra tudo (TV, filmes, músicas, pessoas, etc). E não tenho o menor pudor em assumir e defendê-lo. Assim sendo, vou compartilhar com vocês um pouco das minhas bizarrices, inaugurando a seção “Eu gosto mesmo é de…

Não poderia começar com outro assunto senão o famigerado Big Brother Brasil. Sim, sou do BBB, assisto desde a segunda edição, sei detalhes que a maioria das pessoas apagou da memória há anos e já me inscrevi para participar de duas edições (BBB6 e BBB10).

Gosto de começar propondo a reflexão de que se o preconceito já vem embutido, cria-se uma pré-disposição à rejeição. Trocando em miúdos, você nem se preocupa em se certificar de que aqueles valores ruins fazem mesmo sentido. Vamos exercitar pensar diferente. Por que as pessoas odeiam BBB?

Argumentos mais comumente utilizados: Futilidade, pessoas comuns “se achando” celebridades, o programa é tosco e não tem um objetivo definido. A descrição desta comunidade no orkut, que tem mais de 20 mil membros, aponta: “o programa mais ridículo da TV Mundial.” […] “Tenha cultura!”.

Tina, do BBB2, teve um dos surtos mais famosos do programa, quando acordou todos os jogadores batendo panelas.

Desconstruindo: Futilidade é bastante relativo. As pessoas estão ali se divertindo, ganhando carros e recebendo shows particulares? Sim. Mas elas também estão em um jogo. Um jogo psicológico dos mais perversos. Não é para qualquer um. Ouso dizer que a grande maioria das pessoas não conseguiria manter o controle psicológico no BBB. Prova disso é que muitos BBBs surtaram lá dentro.

As “pessoas comuns”, quando se expõem entrando no BBB, não precisam “se achar” celebridades. Elas são celebridades, mesmo que apenas por alguns meses. Atraem fãs, mídia, dão autógrafos e saem nas notícias do Ego. Se isso não for ser celebridade, desconheço. O que acontece é que a fama é buscada por muita gente, muita gente comum que não entende porque aquelas pessoas “comuns como ela” conseguiram se destacar tanto.

Com relação à utilidade do jogo, estava conversando sobre isso com um colega no carnaval. Paulo, rapaz bastante questionador (como eu) disparou que não via um objetivo no reality. Expliquei o que, ao meu ver, parece o mais lógico: O BBB é um jogo psicológico. Muito mais do que um jogo de convivência ou uma colônia de férias filmada. Acontecem ali situações propositais criadas para desestabilizar todos os jogadores. Todos. Os que se saírem melhor, se tiverem carisma, serão os que irão mais adiante. Não preciso falar que num programa televisivo em que o público decide o vencedor carisma é indispensável, né? Já falei.

Eu acompanho BBB por ser um profundo admirador do comportamento humano. Gosto de ver aquelas pessoas interagindo, se conhecendo, sendo monitoradas a cada segundo. Acho fantástico. Antropológico, mesmo. Por isso tenho tanta vontade de ser um BBB. Acho que seria uma experiência de autoconhecimento incrível, para qualquer um. É fácil demais ganhar um Big Brother. Difícil é fazer o que é fácil aqui fora quando se está lá dentro.

Minhas considerações sobre o BBB10.

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“No meu tempo…”

Foto por Álvaro Dyogo

Pedestres têm 70 segundos para atravessar a Rua Santa Rita, em Juiz de Fora.

Depois de um dia quase sem internet, lanço a terceira seção deste blog: “photoinação“. Aqui pretendo dar uma de fotógrafo (ok, não sou profissional e vou me aventurar com minha câmera digital amadora mesmo!), registrar alguns momentos e contar a vocês o porquê da escolha. Quanto ao nome da seção, “photo” é de foto mesmo (acho mais charmoso com ph). “inação” pode ser tanto “in ação” como “inação”. Fica a critério.

A foto de hoje mostra o semáforo da rua Santa Rita, em Juiz de Fora. Observem o tamanho da rua. Agora, quero que alguém explique a necessidade de SETENTA segundos para atravessá-la! Ok, não entendo nada de trânsito e de tráfego, mas acredito que os motoristas devem ficar bastante irritados durante a espera.

Não tive dúvida em ir até a Santa Rita registrar esse momento, que foi o primeiro que me veio à cabeça depois das duas situações que passei hoje e ontem.

Ontem, minha internet estava lenta, o modem resetando sozinho, e eu, prevendo o que me aguardava, reservei a tarde para tentar entrar em contato com a assistência da Oi. Adivinhem? Às 22h eu estava assistindo BBB estressadíssimo, com o modem “pifado” (depois eu conto essa história) e sem ter resolvido meu problema. Pasmem. Ou não.

Hoje, saí de casa para ir ao médico. Consulta marcada para às 16h, cheguei ao consultório às 15h50. Fui atendido às 16h58 e às 17h05 eu já havia sido liberado. E ele recebeu pela consulta. Preciso falar alguma coisa? Preciso! Gente, foi revoltante! Tinha uma professora dormindo (literalmente) na cadeira de espera, e uma moça que foi “lanchar” meia hora depois do horário para o qual estava marcada, porque “ia demorar”. E a simpática secretária se limitava a incentivar a moça a ir adiantar seu lado. Depois reclamam das pessoas que adiam até o último momento para procurarem um médico. Não condeno.

Ok, sei que têm pessoas muito menos agitadas do que eu, mas MEU DEUS! Eu estou desempregado, mas não tenho todo o tempo do mundo para perder com gente sem compromisso, que queima o nome do lugar onde trabalha. Fica o desabafo!

Só para fechar o post com um fait-divers básico: enquanto eu tirava essa foto, uma senhora idosa  me perguntou se eu era a personagem do Thiago Lacerda na novela (eu nem sabia que ele era fotógrafo). Respondi, todo sem graça (sim, sou tímido nessas situações): “Imagina!” E ela: “Imagina por quê? Você é muito talentoso, e é bonito que nem ele!” Morri de sem graça, né, óbvio, mas ganhei meu dia. Enquanto isso uma outra quis ver se tinha saído na foto pra me mandar apagar. Quanto alvoroço, gente!

Momento piada interna: à direita, na foto, uma bela advogada. =P

Por ora fica assim!

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Hoje tem palhaçada?

Para inaugurar a segunda seção deste blog, que vou chamar de “Monólogos de um ator desesperado“, vou propor uma reflexão: como é possível estarem tão perto a alegria e a tristeza? Nesta seção, vou tentar linkar obras e/ou personagens de peças teatrais com acontecimentos do cotidiano, tentando explorar minha veia artística. Se não der certo, me avisem!

Cenário: Picadeiro do circo

Inspiração: Riso Risada – “A Formosa Menina que salvou o circo”, de José Luiz Ribeiro. Um palhaço sem graça que, com a ajuda da protagonista, redescobre o segredo de fazer rir e encantar seu público.

A personagem entra em cena com a dificílima missão de fazer rir. Nos ensinam, nas aulas de teatro, que, geração após geração, as pessoas sempre riem das mesmas coisas. Mas espera aí! Estamos lidando com pessoas, e não com a massa amorfa e homogênea de Herbert Blumer.*

Partindo deste princípio, é necessário fazer rir toda a plateia que inunda o picadeiro. Homens, mulheres e crianças, vindos de realidades diferentes, com sofrimentos peculiares e que se identificarão – e acharão graça – de atitudes distintas entre as estripulias realizadas.

Álvaro Dyogo viveu o palhaço Riso Risada na peça "A Formosa menina que salvou o circo", de José Luiz Ribeiro

Consciente da importância e da dificuldade de seu papel, o palhaço entra confiante. Demonstra seu poder de comunicação, seu jogo de cintura, seu tato para lidar com diversos públicos diferentes. Torna o ambiente mais ameno e mais alegre. Parece até que estou descrevendo um grande empreendedor, mas é apenas um palhaço.

Ao final da apresentação, o riso é geral. O palhaço cumpriu seu papel. Os homens e mulheres se aliviaram, não estão mais estressados com o dia corrido que tiveram, estão revigorados. Isso sem falar nas crianças, com aquele brilho que é só delas no olhar.

É, então, chegada a hora em que o palhaço vira o chapéu, para receber a gratificação pelo trabalho bem executado. Alguns poucos se compadecem e deixam alguns trocados. A grande maioria ignora, vai embora se esquecendo de quão bem lhe fez a apresentação. Fazer rir, afinal, não é difícil como decorar as leis, construir casas. É até fácil demais.

Nessas horas, me pergunto como ainda existem pessoas capazes do gesto tão humano de levar alegria às outras, como os palhaços que foram devolver a infância às crianças do Haiti, ou mesmo a ONG juizforana Médicos do Barulho, que realiza um trabalho belíssimo nos hospitais, que eu pude acompanhar de perto e sentir como o clima fica diferente com a presença deles.

Fica o questionamento: será que estamos valorizando devidamente os nossos artistas? Arte não é fácil.

*Herbert Blumer escreveu um artigo chamado “A massa, o público e a opinião pública“, no qual descreve o comportamento similar da massa diante do conteúdo recebido. teoriadacomunicaçãoserviupraalgumacoisa.

Por ora fica assim!

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Twitter, Big Brother y otras cositas más

Taí… mais uma tentativa de blog. Dessa vez, com uma proposta bacana, vamos ver se consigo publicar um conteúdo legal. Começo o blog iniciando a seção “Semanário“, na qual eu vou discutir um pouco mais a fundo alguns dos principais assuntos comentados por mim no twitter durante a semana. Vamos lá?

A semana começou da melhor forma possível: Carnaval. Nada melhor do que reunir os amigos para curtir o feriado com um delicioso pão de queijo legítimo do sul de Minas. Inspirador. E necessário, já que a semana seria a derradeira: sou jornalista, com diploma, e agora tenho que encarar de fato a condição de “desempregado”.

Voltando ao twitter, o pós-carnaval começou com as boas vindas a dois amigos que não conheciam a ferramenta (pasmem!) e para os quais eu tentei explicar a “utilidade” e a “função” do microblog. É nessas horas que a gente vê o que é, de fato, ser um comunicólogo.

#foradourado

Assunto mais discutido da semana: BBB, sem dúvida (assisto mesmo). Considerações (lembrando que são apenas a minha opinião): Fernanda está no programa errado. Chora porque está sendo julgada fora da casa. Oi? O que você foi fazer mesmo no Big Brother? E o polêmico Dourado. Ok, me divertia, mas chegou ao limite. Vou resumir o que penso com um “ctrl c + ctrl v” de um tweet: “Brasileiro tem a mente tão elevada que Chucky Norris, Capitão Nascimento e Dourado são modelos de heróis. Tenho asco”. Tá, eu fui radical e sem educação. Aristóteles, perdoe o momento de cólera. Por ora, #foradourado.

NX Zero

Outros assuntos: Usei o twitter também como desabafo essa semana. Desabafo sentimental, de quem está confuso e inconstante (mais do que de costume). Apenas mais uma de amor (sim, a versão é do NX Zero) tem falado muito por mim. Procurei discutir a coragem também. No final das contas, as mudanças realmente significativas só acontecem com muita coragem. Assim sendo, qual a postura? Por fim, mas não menos importante, pensei em como o teatro tem feito falta na minha vida. Crise de abstinência, sabe como é?

Tags interessantes da semana: #comocantarumjornalista, #unodemisfollowers, #meuprimeirovinil e #FrasesClassicasDeAnime.

#followmonday: @zodiculo.

Por ora fica assim!

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